3 dicas para usar Hiperautomação de forma inteligente

Na sua empresa, você tem muitas tarefas repetitivas e demoradas, que consomem muito tempo e atrasam o crescimento do seu negócio?

Se a resposta é sim, saiba que você não está sozinho. 

Um levantamento indicou que os trabalhadores usam quase 50% do seu período de trabalho criando e carregando documentos. Outros 10% do seu tempo são gastos com entrada de dados, sendo que cada colaborador faz quase 1000 movimentos de copiar e colar por semana.

Agora, imagine se, em vez de gastar todo esse precioso tempo com tarefas como essas, seus colaboradores pudessem dedicar seus esforços a atividades estratégicas e com valor agregado?

Felizmente, a solução para isso já existe e você pode aproveitá-la na sua empresa. 

Com a automatização de processos, você pode ter mais eficiência operacional, otimizar custos e melhorar sua vantagem competitiva. 

Contudo, a automatização foca em tarefas pontuais, isto é, sem considerar todo o fluxo de trabalho da sua empresa.

Mas a boa notícia é que entramos na era da hiperautomação. Siga a leitura e entenda como aproveitar essa inovação.

Tecnologias que fazem parte da hiperautomação 

A hiperautomação é uma abordagem que permite otimizar processos de forma escalável. Para isso, ela integra várias soluções de automação de forma que uma apoie a outra na tarefa de acelerar os resultados.

Nessa lista de soluções encontramos recursos como:

  • automatização de processos robóticos (RPA);
  • Inteligência Artificial (IA);
  • Machine Learning (ML);
  • plataformas Low Code;
  • assistentes virtuais;
  • dentre outras.

É com o trabalho em conjunto desses recursos que a hiperautomação é capaz de liberar todo o potencial da automatização. Além disso, ela permite que seu time simplifique fluxos empresariais complexos e escale sua capacidade operacional. 

Hora de você conhecer alguns casos práticos e dicas para usar a hiperautomação no ecossistema do seu negócio. Confira!

Como utilizar hiperautomação

Quem está preparado para a hiperautomação tem a vantagem de já estar um passo à frente da concorrência. 

Daí por diante, basta começar a decidir que tipo de automação você vai utilizar e partir para o desenvolvimento e implementação. Confira alguns casos práticos para você começar a vislumbrar o seu amanhã!

#01 Automação robótica de processos (RPA)

A automação RPA é uma das vertentes da automatização em TI que usa soluções robóticas de softwares capazes de imitar ações humanas.

Nesse caso, os bots são capazes de automatizar um grande volume de processos extremamente repetitivos, dos simples aos mais complexos. Por exemplo, o processamento de salários.

Os bots verificam o registro das horas trabalhadas, o absenteísmo, assiduidade, impostos, cálculos relacionados a demissões, entre outras informações. Desse modo, a equipe de gestão de pessoas deixa de gastar tempo em atividades puramente manuais e pode se dedicar a questões mais estratégicas.

Contudo, a RPA, sozinha, não representa uma hiperautomação. Mas, associada com o Machine Learning, com a PNL (processamento natural de linguagem), com a gestão de processos empresariais (BPM) e a IA, você entra no nível da hiperautomação inteligente. 

A diferença é que os algoritmos de IA e ML são empregados para analisar cada caso e tomar decisões. O processamento de e-mails, por exemplo, pode ser categorizado, ter o conteúdo resumido e encaminhado somente para as partes interessadas. 

#02 Inteligência Artificial

E já que falamos do uso conjunto da IA com outras tecnologias, podemos entrar um pouco mais em seu detalhe.

Vimos que a IA executa trabalhos mais complexos do que a RPA, certo?

Pois bem, a principal diferença entre a IA e a automação baseada em regras é exatamente essa: com a IA, as máquinas são capazes de processar enormes quantidades de informação e, por assim, dizer, pensar sobre elas. 

Por exemplo, a IA pode ser treinada com base nos sucessos e fracassos de suas campanhas de marketing anteriores e reduzir o tempo gasto em debates sobre o que pode funcionar ou não em novas campanhas. 

Já quando pensamos em desenvolvimento de softwares, a IA entra em ação também depois que o software é implementado, analisando seu funcionamento, sinalizando erros e descobrindo anomalias identificadas nos registros dos sistemas.

#03 Low-code application development platforms (LCAPs)

Falar de processos automatizados de ponta a ponta tem que, necessariamente, incluir o uso de Low Code e suas plataformas. 

Inclusive, a hiperautomação, pela Gartner, já divisa um mercado de mais de 26 milhões de dólares até o fechamento de 2023. 

Podemos dizer que a o low code é a espinha dorsal da hiperautomação. 

Nesse sentido, plataformas como a OutSystems, que é nossa parceira, permitem que o desenvolvimento de aplicativos seja feito por meio da seleção de conjuntos de funcionalidades. 

O low code é bem diferente da criação de softwares via código-fonte porque seus conjuntos de funções são selecionáveis como blocos. Logo, o papel do low code na hiperautomação é exatamente permitir que ela seja viabilizada em menos tempo, com menos esforços e envolvendo mais pessoas da sua organização. 

O low code é tão interativo que potencializa a sua capacidade de integrar serviços web, sistemas locais e on cloud, APIs com praticamente qualquer coisa. 

Entre os usos do low code que você pode experimentar, destacamos:

Em processos: reservas de salas de reuniões, integração de funcionários, gestão da cadeia de abastecimento, processamento de faturas, gestão de encomendas.

Em data centers: soluções para processamento de grandes quantidades de informação. Na definição de regras e regulamentos internos, aplicações de relatórios, auditoria e monitorização, gestão de contatos.

Associado com IA: combina-se facilmente com a IA e ML para automatizar processos complexos. Usos na classificação de ativos, processamento de pedidos de carga, rastreio de medicamentos, suporte ao cliente.

Em UI/UX: proporciona  uma experiência de fácil uso dos portais de atendimento, procedimentos administrativos e migração de sistemas antigos.

Quer saber mais sobre como usar a hiperautomação para potencializar resultados? Não espere mais e fale com um de nossos especialistas!

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